O medo e a insegurança frente a exames clínicos, laboratoriais e procedimentos médicos de rotina são relativamente comuns no grande público. Dentre os exames de diagnóstico por imagem, a ressonância magnética desponta como uma das tecnologias mais avançadas, porém ao mesmo tempo cercada de mitos relacionados a episódios de ansiedade em lugares restritos, ou mesmo de crises de claustrofobia.

 

Isto deriva em parte da necessidade de permanecer em um ambiente estreito, submetido a altos ruídos que o equipamento emite para adquirir as imagens, aliado à ansiedade natural que acompanha alguns pacientes neste tipo de exame. A seguir algumas dicas para perder o medo do exame:

 

1. Desvendando o exame: tire as dúvidas.

Uma boa conversa entre paciente e médico ajuda a esclarecer como será o procedimento e toda a segurança oferecida pelo equipamento, bem como seus benefícios. Isto pode reduzir a ansiedade e o temor, permitindo que o exame seja realizado tranquilamente.

 

2. Você não estará sozinho!

Durante todo o exame o paciente será acompanhado pela equipe da clínica, que incluem médico, enfermeiros e técnicos de radiologia, sendo observado a cada instante. Além de estar em um ambiente calmo, acolhedor e humanizado, saber que você não estará sozinho também ajuda a enfrentar o nervosismo. Na imensa maioria dos casos, é possível também que o acompanhante do paciente permaneça junto na sala de exame.

 

3. Conforto acima de tudo.

Existem posições que auxiliam o paciente que possui claustrofobia a se sentir mais confortável durante o exame, uma delas é com o queixo apoiado por um travesseiro. Nesta posição, o paciente é capaz de visualizar a abertura do aparelho, o que ajuda a aliviar o sentimento de “estar trancado”.

 

4. Sem pânico.

Outra forma de reduzir a claustrofobia é colocar primeiro os pés do paciente em vez da cabeça no aparelho de ressonância. Isto é possível no exame de algumas regiões do corpo, como os tornozelos, joelhos, quadris, pelve e abdome, entre outros. Espelhos montados ou vidros espelhados ou prismáticos no equipamento permitem que o paciente veja do lado de fora.

 

FONTE: Saúde.com